Kanye West: de pioneiro do hip-hop a pária

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Kanye Omari West começou como criador de batidas. Ele fez seu nome no início dos anos 2000 com a Roc-A-Fella Records. Então veio The College Dropout em 2004. Isso mudou tudo.

Ele manteve o ritmo. Registro tardio ocorreu em 2005. Graduação caiu em 2007. Ele continuou ultrapassando limites com Yeezus em 2013. A Vida de Pablo veio em seguida em 2016. Os críticos adoraram o talento artístico. Os fãs compraram os discos.

Depois veio a moda. Em fevereiro de 2015, ele revelou YEEZY. Não era mais apenas música. Era uma marca de estilo de vida. Sua personalidade era alta. Extravagante. Sem remorso.

Mas o barulho ficou mais alto que a música.

Ele começou a falar sobre política. Então corra. Os comentários ficaram mais sombrios. Ele fez comentários anti-semitas. Ele lançou músicas que ultrapassaram os limites. As pessoas estavam assistindo. Esperando por uma reação.

A reação foi forte em 2022. As empresas foram embora. A Adidas encerrou seus acordos de patrocínio. As marcas com as quais ele fez parceria viraram as costas.

Ele parou? Não.

Em dezembro de 2023, ele postou um pedido de desculpas no Instagram. Para a comunidade judaica. Ele disse que sentia muito. Mas então ele continuou. Mais comentários ofensivos sobre os judeus. Sobre o Holocausto.

As consequências se seguiram. Ele foi impedido de entrar na Grã-Bretanha. Por que? Por causa de um festival de música marcado para julho de 2026. Os portões fecharam. Não só para ele. Para o seu futuro lá.

É uma história de ascensão. E cair. E repetição.